O crescente cenário de ameaças e as dificuldades de recrutamento e retenção enfrentadas pela equipe de cibersegurança exigem que a automação seja um ingrediente fundamental no jogo contra os atacantes cibernéticos. Unindo a inteligência humana com tarefas automatizadas, programas automatizados lidam com os protocolos básicos de segurança, enquanto o tempo dos profissionais fica livre para tomar a iniciativa de cuidar das ameaças desconhecidas.

Esse é o conselho da McAfee em seu relatório Winning the Game, no qual investiga as principais dificuldades em termos de ameaças, investimento em tecnologia e qualificações necessárias para vencer a luta contra as  ameaças cibernéticas.

O cenário das ameaças cibernéticas está crescendo, tanto em complexidade quanto em volume. De acordo com o relatório, 46% dos entrevistados acreditam que, no próximo ano, terão dificuldades de lidar com o aumento das ameaças cibernéticas ou que será impossível se defender delas. Para complicar ainda mais a dinâmica da disputa entre quem reage a um ataque à segurança e os cibercriminosos, temos a crise da mão-de-obra qualificada em cibersegurança.

Os entrevistados acreditam que precisam aumentar suas equipes de TI em quase um quarto (24%) para controlar as ameaças que suas organizações enfrentam atualmente, enquanto 84% admitem que é difícil atrair talentos e 31% dizem que não tomam nenhuma iniciativa para atrair novos talentos.