Cai o percentual de domicílios com TV, microcomputador e telefone fixo, enquanto a proporção de lares com celular teve uma leve variação positiva. É o que mostra a pesquisa com Características Gerais dos Domicílios e dos Moradores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C) 2017, divulgada nesta quinta-feira (26) pelo IBGE.

Segundo os dados, em 2017, 96,8% dos domicílios possuíam televisão no Brasil, ante 97,4% registrados no ano anterior. Essa proporção variou de 92,8%, na região Norte, a 97,9%, no Sudeste. Em todas as regiões, o percentual de domicílios que possuem televisão caiu, com a maior queda na região Norte, de 93,9% para 92,8%.

De acordo com o instituto, em 44% dos domicílios brasileiros possuíam microcomputador em 2017, inclusive portáteis, enquanto em 2016 eram 46,2%. A região Sudeste registrou o maior percentual (52,2%), seguida das regiões Sul (51,5%); Centro-Oeste (46,2%); Nordeste (29,9%) e N

orte (28,2%). Todas as regiões apresentaram queda neste aspecto na comparação com 2016.

A pesquisa ainda mostra que entre 2016 e 2017, subiu de 92,3% para 92,7% a proporção de domicílios do país onde pelo menos um morador possuía telefone celular, enquanto o telefone fixo caiu de 34,5% para 32,1%. A presença de telefone celular apresentou seus menores percentuais nas regiõe

s Norte (88,8%) e no Nordeste (89,1%). Sudeste (93,9%), Sul (95,0%) e Centro-Oeste (96,9%) registraram percentuais superiores a 90%.

A presença de telefone fixo, por sua vez, mostrou maior diferença regional: o Sudeste registrou a maior proporção (47%), seguida do Sul (35,8%) e do Centro-Oeste (29,0%). Nordeste (12,6%) e Norte (10,6%) apresentaram as menores proporções. O telefone celular cresceu em todas as regiões entre 2016 e 2017, com destaque para o Norte (de 88,1% a 88,8%). Por outro lado, o telefone fixo caiu de 50% para 47 % no Sudeste.