
O setor de telecomunicações projeta 2026 como um ano de ampliação da conectividade no Brasil e no mundo, com foco na automação de redes, expansão da fibra óptica, consolidação do 5G e avanço dos estudos para o 6G. A expectativa do mercado é de crescimento sustentado da banda larga e de maior integração entre redes móveis, satelitais e sistemas inteligentes.
Entre os principais movimentos apontados está a incorporação da inteligência artificial na infraestrutura das operadoras. A tecnologia vem sendo aplicada para analisar grandes volumes de dados operacionais, identificar padrões de falhas e antecipar riscos. Na prática, isso permite reduzir o tempo de indisponibilidade dos serviços e otimizar o tráfego de dados. A automação baseada em IA também contribui para a gestão de redes cada vez mais complexas, com múltiplas camadas de acesso e distribuição.
Expansão do 5G e primeiros passos do 6G
O 5G segue em expansão no país, com ampliação de cobertura em grandes centros e avanço para cidades de médio porte. Ao mesmo tempo, começam a ganhar espaço pesquisas e investimentos relacionados ao 6G. Embora ainda esteja em fase inicial de desenvolvimento, a próxima geração de redes móveis é estudada com foco em latência na casa dos microssegundos — tempo de resposta da rede — e velocidades que podem alcançar a faixa de terabits por segundo.
Essas características ampliam a capacidade de comunicação entre dispositivos e favorecem aplicações como cidades conectadas, indústria automatizada, telemedicina e transporte inteligente. O desenvolvimento do 6G é tratado como investimento de longo prazo, enquanto o 5G continua sendo a principal plataforma de expansão no curto e médio prazo.
Banda larga e inclusão digital
No Brasil, o crescimento da banda larga fixa permanece constante, impulsionado principalmente pela expansão das redes de fibra óptica. A infraestrutura óptica é considerada essencial para suportar o aumento do tráfego de dados, tanto no ambiente residencial quanto corporativo.
Programas públicos voltados à inclusão digital também seguem como parte do cenário para 2026, com foco na ampliação do acesso à internet em regiões remotas. A conectividade via satélite aparece como alternativa complementar para áreas onde a rede terrestre ainda não chegou.
Diante desse cenário, os fornecedores se preparam. A DPR Telecomunicações é um exemplo. Segundo seu vice-presidente, Vander Stephanin, a empresa pretende ampliar investimentos e fortalecer parcerias para acompanhar a modernização das redes no país. A empresa atua há 30 anos no fornecimento de soluções para infraestrutura de redes de banda larga fixa, atendendo provedores regionais, operadoras, utilities e instituições públicas e privadas.
“Vivemos um momento decisivo para a transformação digital do Brasil. Em 2026, a convergência entre redes avançadas, automação por IA e expansão de fibra e satélites vai permitir levar Internet de qualidade a regiões antes desconectadas, e a DPR está pronta para fazer parte dessa jornada de inclusão e inovação”, afirma.
A empresa informa que pretende manter a estratégia de crescimento sustentável, com foco em expansão da capilaridade das redes ópticas, desenvolvimento de soluções próprias e ampliação da oferta de infraestrutura para provedores locais.
Para 2026, o cenário projetado pelo setor combina expansão tecnológica, integração entre diferentes meios de acesso e esforços voltados à inclusão digital, com a expectativa de que a conectividade continue sendo elemento central para serviços públicos, educação, saúde e atividade econômica. (Com assessoria de imprensa)
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