A Ligga Telecom e a WiFeed anunciaram uma parceria neste semana. Segundo as empresas, o acordo combina infraestrutura de conectividade com ferramentas de autenticação e gestão de redes Wi-Fi corporativas.
Pelo acordo, a Ligga vai utilizar tecnologia da WiFeed em projetos de conectividade para apoiar a prestação de serviços públicos, ampliar o acesso da população e organizar ambientes urbanos mais conectados e orientados por dados. A WiFeed desenvolveu plataforma voltada à autenticação de usuários e ao gerenciamento de redes sem fio usadas por empresas e instituições.
De acordo com as companhias, a proposta da parceria é integrar a base de conectividade da operadora com recursos de controle de acesso, segurança e visibilidade operacional da plataforma de Wi-Fi. Na prática, isso envolve identificar usuários, registrar acessos e administrar o uso da rede em ambientes corporativos e em projetos urbanos.
Bruno Guimarães, CEO da WiFeed, afirmou que a atuação conjunta com a Ligga permite levar soluções voltadas a segurança, controle de acesso e experiência do usuário em iniciativas ligadas à evolução das cidades conectadas. Já Sócrates Gomes, diretor comercial da Ligga Telecom, disse que serviços urbanos dependem de uma infraestrutura de conectividade preparada para suportar operações essenciais e que a integração com a WiFeed acrescenta gestão e segurança a essa base.
A WiFeed informa estar presente em mais de 70 mil pontos de acesso no país e atender mais de 500 provedores parceiros. Segundo a empresa, suas soluções são usadas em projetos de cidades conectadas, centros comerciais, escolas e aeroportos.
A Ligga Telecom, por sua vez, afirma atuar nos 399 municípios do Paraná, com cerca de 50 mil quilômetros de rede e oferta de serviços de conectividade para escolas, hospitais, empresas e residências.
Segundo as empresas, a integração entre conectividade e gestão de acesso pode ajudar a reduzir riscos de segurança, melhorar a experiência do usuário e ampliar a capacidade de operação em ambientes com grande volume de conexões. Para o setor de telecomunicações, o anúncio reforça um movimento já em curso: a rede deixa de ser apenas transporte de dados e passa a ser apresentada em conjunto com ferramentas de autenticação, monitoramento e administração de acessos.