O avanço da tecnologia e a internet na última década á acompanhada pelo aumento de ameaças cibernéticas e seu potencial impacto. Segundo estudos da Accenture, o cibercrime custa mais de US$ 1 trilhão por ano: esse valor é três vezes superior aos custos de desastres naturais e também maior  em relação aos gastos com o crime cibernético, que aumentaram dede US$ 500 bilhões em 2014 para US$ 600 bilhões globalmente em 2018, ou 0,8% do PIB global.

Considerando que as empresas gastam em média um total de US$ 4 milhões com violações de dados, a segurança cibernética não é mais uma opção. É um imperativo operacional, avalia a Microsoft, que investe mais de US$ 1 bilhão anualmente para combater o cibercrime, possui mais de 3.500 profissionais de segurança que trabalham nesse espaço e analisa mais de 8,2 trilhões de sinais todos os dias para proteger e-mails, identidades, aplicativos, infraestruturas e muito mais.

Em 2020, a Microsoft acredita que existam cinco tendências-chave que moldarão o setor de segurança cibernética. Aqui está um olhar mais detalhado sobre elas e o que as organizações podem fazer para se proteger melhor.

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PRINCIPAIS TENDÊNCIAS PARA 2020:

  • Os adversários usarão cada vez mais a IA para tornar os malwares mais destrutivos: o aumento dos recursos de IA (Inteligência Artificial) oferece novas oportunidades para os invasores criarem malwares que se escondam da detecção enquanto caçam seus alvos. Especialistas do setor acreditam que o malware movido à IA já está em uso, mas muitas vezes passa despercebido.
  • Protegeras cadeias de suprimentos acelerará a colaboração do setor: o crescimento de dispositivos móveis e da IoT dará lugar a cadeias de suprimentos ainda mais complexas à medida que adotarmos tecnologias como máquinas autônomas. Até 2022, mais de 50% dos dados gerados por empresas serão criados e processados fora do data center ou da nuvem. Os invasores já estão procurando lacunas nas defesas, como software desatualizado, dispositivos sem segurança e contas de administrador padrão.
  • A nuvem pública se torna um imperativo de segurançaao mesmo tempo em que os invasores continuam a desenvolver novas ferramentas e técnicas, métodos tradicionais como phishing permanecem eficazes, pois poucos têm recursos para implementar as melhores práticas de segurança, como habilitar o MFA. Os departamentos de TI têm a tarefa de proporcionar aos usuários finais uma melhor mobilidade e produtividade sem atrito associado às soluções de segurança tradicionais.
  • Aumento da identidade baseada em Zero Trust (confiança zero) = morte das senhas: só este ano, mais de 4 bilhões de registros já foram expostos devido a violações de dados (de acordo com o relatório Risk Based Security: The 2019  MidYear  Data Breach QuickView Report). Contas e identidades mal protegidas continuam a ser o elo fraco – até 2025, estima-se que haverá mais de 160 zettabytes de dados. O malware baseado em IA e a complexidade das cadeias de suprimentos continuarão a sobrecarregar os modelos tradicionais de segurança baseados em perímetro.
  • Maior atividade de estados-nações + disrupções políticas e sociais: o Microsoft Threat Intelligence Center está ciente de mais de 110 grupos envolvidos em atividades cibernéticas maliciosas em todo o mundo. Os adversários continuam a mirar em campanhas políticas com ataques de phishing, e as plataformas sociais continuam a ser fontes primárias de campanhas de desinformação.

A Microsoft afirma que o sucesso das ameaças e desenvolvimentos em ataques cibernéticos só virá na luta contra esses ataques maliciosos por meio de melhores práticas, tecnologia avançada e verdadeira colaboração em nível local e global.(Com assessoria de imprensa)