Banda larga fixa cai 1,1% em maio


Os acessos em banda larga fixa em maio chegaram a 37,3 milhões, com queda de 1,1% em relação ao mês anterior e alta de 10,3% na comparação com igual mês do ano passado. A subnotificação das prestadoras de pequeno porte pode justificar essa queda. Segundo a consultoria Teleco, as competitivas apresentaram adições líquidas de banda larga fixa negativas (-440 mil), mas estas adições líquidas passam a ser positivas (+154 mil) quando se consideram apenas as prestadoras que reportaram acessos a Anatel em abril e maio de 2021. Em abril reportaram acessos 6,2 mil prestadoras e em maio 5,8 mil.

Os acessos em velocidades acima de 34 Mbps subiram para 20,4 milhões e a tecnologia mais usada é a fibra óptica, que está presente em mais de 26 milhões das conexões. E a densidade (acessos por 100 domicílios) caiu 52,9. 

Pelos números informados à Anatel, as prestadoras de pequeno porte (PPP) tinham, em maio, 15,2 milhões de acessos, queda de 2,8% em relação a abril, quando respondiam por 15,6 milhões. Em relação ao mesmo mês de 2020, a alta é de 31,1%. Do total de acessos, 12,5 milhões são por meio de fibra óptica e 11,2 milhões têm velocidade acima de 34 Mbps. 

Já as empresas de grande porte mantiveram os 22,1 milhões de acessos em maio ante o mês anterior e queda de 0,5% na comparação com igual mês do ano passado. Porém, apenas 7,8 milhões são conexões a fibra. Já 15,6 milhões dos acessos são em velocidades acima de 34 Mbps. 

Entre as prestadoras de pequeno porte, o destaque vai para a Brisanet, com 717 acessos, a Algar, com 574 mil, a Vero, com 398 mil, a TIM, com 355 e a Sumicity, com 315 mil conexões, de acordo com levantamento da Teleco. Entre as prestadoras de grande porte, a Claro, com 9,7 milhões de assinantes, manteve a liderança. 

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