CGI.br quer propostas de workshops para o 11º Fórum da Internet no Brasil


O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) vai receber sugestões para realização de workshops para o 11º Fórum da Internet no Brasil (FIB11), o Pré-IGF Brasileiro 2021 que acontece entre os dias 26 e 30 de julho. O material pode ser enviado para avaliação até 23h59 de 26 de fevereiro. A lista com as selecionadas será divulgada em 31 de maio, no sítio do evento. Para isso, o órgão apresenta o formulário de submissão de propostas de workshops .

Em razão da pandemia Covid-19 ainda não foi definido se a edição deste ano acontecerá no formato presencial, ou online, como foi em 2020. A decisão será tomada até 23 de abril e, caso seja confirmada a opção presencial, o Fórum ocorrerá na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte.

Realizado pelo CGI.br desde 2011, o FIB é uma atividade preparatória para o Fórum de Governança da Internet (IGF), promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU). A proposta é incentivar debates sobre questões relevantes para a consolidação e expansão de uma Internet cada vez mais universal, inovadora e diversa no Brasil.

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Assim como o CGI.br, o FIB tem a característica multissetorial. Dessa forma, a programação do evento é composta majoritariamente por atividades propostas pela comunidade brasileira envolvida no debate de governança da Internet. “É fundamental reunir essas diferentes vozes, principalmente nesse contexto de pandemia em que o uso da Internet se tornou mais intenso, necessário e desafiador. Temos muitas lições a compartilhar e desafios a enfrentar”, enfatiza Tanara Lauschner, coordenadora do Grupo de Trabalho Fórum da Internet no Brasil.

 Submissão e avaliação

Para enviar propostas de workshops, os candidatos, (pessoa física, que pode ou não representar uma organização), devem utilizar o formulário do evento, disponível em https://forumdainternet.cgi.br/.

As propostas serão encaminhadas a uma Comissão de Avaliação Multissetorial externa, composta por representantes da comunidade científica e tecnológica, do terceiro setor, de integrantes dos setores empresarial e representante de governo.

A análise será baseada em quatro critérios: relevância do tema para a governança da Internet no Brasil; qualidade e consistência do material; diversidade e adequação ao formato proposto. O processo é anônimo (cego): os avaliadores não terão acesso às informações que identifiquem os autores de cada proposição.(Com assessoria de imprensa)

 

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