Como parte de sua estratégia de oferecer um portfolio de produtos adequado a um cenário de transformação digital, a Megatelecom tem apostado na expansão da sua solução Multi Cloud Connection. Por meio da plataforma, os clientes poderão acessar os principais players de cloud mundiais, como AWS, Azure, IBM, Google, de maneira totalmente privada, criando uma experiência como se as aplicações estivessem ‘dentro de casa’.

“Com isso, protege integralmente as informações de interferência da web e garante menor latência (tempo de resposta de conexão de um ponto a outro)”, comentou Luiz Felipe Teixeira, diretor comercial da Megatelecom.

Em parceria com a Equinix, a companhia foi a primeira a utilizar a plataforma Equinix Cloud Exchange – um serviço que proporciona conexões seguras, privadas e virtuais, para diferentes provedores globais de cloud, com provisionamento automatizado e orquestração de serviços. Recentemente, disponibilizou também o serviço Google Cloud Interconnect, por meio do Equinix Cloud Exchange Fabric (ECX Fabric).

A solução, que permite transferir grandes quantidades de dados entre as redes, de maneira segura e escalável, fornece opções de interconexão do Google Cloud, que evidenciam a relevância do ECX Fabric para quem deseja construir ambientes híbridos e multicloud, cujas aplicações e cargas de trabalho variadas exigem soluções de conectividade de alta performance entre redes e provedores diferentes.

Segundo a empresa, o grande diferencial é a conexão direta, sem que o cliente tenha que fazer nenhuma interação com o Datacenter. “Achamos, no mínimo, um contrassenso uma empresa que escolhe estrategicamente mudar seu ambiente para a nuvem, ter que administrar máquinas em ambientes controlados ou ativos de rede para ter a oportunidade de acessar sua aplicação pelas portas de conexão direta (Express Router- AZURE, Direct Connect – AWS e GCI – Google), por exemplo”, ressaltou Teixeira.

De acordo com o executivo, foi essa a motivação para adquir essa porta com o Cloud Exchange da Equinix. “Atualmente, o que vale não é mais a largura de banda que você vende para o cliente, mas sim a velocidade que se acessa um conteúdo especifico e o quão seguro ele está para a companhia”, completou.