O presidente da Anatel, Juarez Quadros, reconheceu, nesta sexta-feira (9) que é muito difícil prosseguir no andamento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Telefônica, uma vez que o regimento não permite renegociação nem há mais prazo para discutir novos termos. “São mais de quatro anos de negociação e agora há prazos impostos pelo TCU [Tribunal de Contas da União] que precisam ser obedecidos”, disse.

Para Quadros, tanto a nota distribuída pela Telefônica como a carta circular enviada à agência são dúbias e não enfrentam o cerne da questão, que é o descontentamento da prestadora com a metodologia para definição dos projetos adicionais. “O processo está agora na área técnica, que está orientada a atender todas as recomendações do TCU, inclusive de investimentos onde o VPL é negativo”, disse.

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