Pensando em ajudar o grupo de brasileiros que perderam emprego em função da COVID-19 e precisa de uma recolocação no mercado ou até mesmo aos que estão em busca dessa transição, a Goowit lança uma maratona com cursos online e gratuitos para democratizar a profissão de Headhunter, que são os profissionais encarregados de recrutar talentos para posições gerenciais e C-level, como CEO, CFO e CMO, entre outros cargos de alta liderança. Considerada pelas principais consultoras de RH do mundo, Michael Page e Robert Half, como uma das profissões com maior projeção e melhor futuro, principalmente na América Latina.   

A Ação inédita no mundo mostra que caçar talentos não basta. Segundo um estudo da Harvard Business Review, 80% do turnover nas empresas se deve à contratação de profissionais inadequados. Quando a rotatividade é alta, os custos aumentam, pois há uma busca frequente por novos candidatos. Além dos custos de contratação, também aumentam os gastos com demissões. No Brasil, o prejuízo é alto, pois a lei trabalhista prevê uma série de encargos e multas para o desligamento de um colaborador. 

A ideia é reduzir esses impactos na cultura organizacional das empresas e na qualificação do profissional, durante uma jornada de 5 encontros, a startup, que é uma rede social que une desempregados e empresas utilizando tecnologias avançadas, vai contribuir para o desenvolvimento da carreira do futuro e na construção do legado profissional. Além do mentor, o CEO Deibson Silva, a maratona contará com convidados especiais, peritos na área, que vão discutir temas que farão real diferença na sua carreira, sem informações rasas, nem teorias inúteis. Para atender a demanda do mercado de trabalho a startup Goowit chega ao mercado para fazer o match entre empresas e desempregados. Vale ressaltar que entre seus cases de sucesso está uma empresa de São Paulo que, sozinha, contratou 7 usuários da rede. 

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De acordo com dados da Pnad Covid, pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o mercado de trabalho segue infectado pela crise causada pela pandemia do novo coronavírus, afetando cerca de 11,85 milhões de brasileiros que seguem sem um emprego formal.(Com assessoria de imprensa)