Sob o argumento da falta de disponibilidade de equipamentos de LTE para operações de pequeno porte, com custo adequado ao provedor regional, a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) quer adiar o prazo para entrada em operação do serviço de banda larga, utilizando a frequência de 2,5 GHz. Os ISPs que arremataram a faixa no leilão de 2015, começaram a receber notificação da Anatel, de abertura de processo administrativo (Pado).

Segundo a entidade, mais de 90 provedores regionais já foram comunicados. De acordo com as regras do edital, as empresas tinham 18 meses para entrar em operação que poderiam ser prorrogados por mais 12 meses. A Abrint disse que está trabalhando junto à Anatel para estender o prazo para entrada em operação, tanto para aquelas empresas que já receberam o Pado quanto para as demais.

A entidade sustenta que, atualmente os equipamentos disponíveis no mercado brasileiro tem custo proibitivo para as empresas pequenas. “Os equipamentos compatíveis para uma operação de pequeno porte com preços mais adequados ao provedor estão em processo de homologação”, diz a Abrint.