Por Roberta Prescott
Do portal Abranet

Passado mais de um ano desde que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) realizou o leilão das sobras, em dezembro de 2015, os casos de provedores de internet usando o espectro para prover serviços de banda larga ainda não são uma realidade. A Anatel colocou à venda lotes municipais e com preços acessíveis — alguns custando R$ 2 mil e a maioria com preços médios inferiores a R$ 10 mil. Mas o que seria uma oportunidade para os ISPs aumentarem seu alcance de cobertura e ofertarem novos serviços tem dado bastante dor de cabeça. Uma das principais reclamações é sobre o tempo que está levando para a agência analisar as propostas.

Dos pouco mais de 20 mil lotes do tipo C que a Anatel colocou à disposição, 5.755 tiveram lances dados por 324 empresas. No entanto, até agora foram assinados termos de autorização com somente 76 empresas, referentes a 1.276 lotes em 742 municípios. É um número muito baixo, comparado ao total de lotes que foram a leilão. Isso sem contar a análise dos documentos dos lotes que ficaram desertos por desclassificação das empresas. Neste caso, é necessário aguardar o julgamento dos recursos para o fornecimento da resposta.

Confira a reportagem completa na revista Abranet.